Board USA prepara profissionais brasileiros de nível sênior e executivo para o mercado corporativo dos Estados Unidos a partir da perspectiva de quem participa da decisão: quem abre a vaga, entrevista, compara candidatos e aprova a oferta.
A maior parte do que se ensina sobre carreira nos EUA vem de quem passou pelo processo uma vez, do lado de fora. O que muda o resultado acontece do lado de dentro.
Como um perfil sênior brasileiro é lido dentro de uma empresa americana, na ordem em que a leitura acontece.
Um e-mail com o material e, depois, conteúdo sobre carreira executiva nos Estados Unidos. Sem consultoria de visto. Você sai da lista com um clique.
Empresas americanas não conhecem a sua organização, a estrutura de cargos dela nem o contexto em que os seus resultados foram obtidos. Quem lê o seu perfil não está medindo o seu mérito. Está tentando prever o seu desempenho e estimar o risco de errar na contratação.
O problema deixa de ser experiência e passa a ser tradução de contexto.
Diretor no Brasil pode virar director, senior manager ou head. Cada um tem escopo, faixa salarial e expectativa diferentes. A tradução errada é cometida pelo próprio candidato, na hora de escolher a que vaga se candidatar.
Um número sem escopo não é lido como conquista. Quantas pessoas, que orçamento, em que mercado, contra que linha de base. Sem isso, o resultado vira afirmação e a afirmação vira ruído.
Salário-base é uma parte. Bônus-alvo, equity, sign-on e realocação são negociados com regras próprias, dentro de bandas definidas antes de você entrar na conversa. Quem não conhece a estrutura negocia o item errado.
A entrevista é onde a maior parte da preparação disponível se concentra, e é a quarta etapa. As três anteriores decidem se ela vai existir.
O que se decide em cada etapa, e o que costuma interromper o percurso de um perfil brasileiro.
Quase todo o conteúdo sobre carreira internacional foi escrito por quem passou pelo processo seletivo. O ponto de partida aqui é outro: participar de abertura de vaga, entrevista, comparação entre finalistas e decisão de oferta dentro de empresa americana. Isso muda o tipo de orientação, porque o foco passa a ser o que acontece antes e depois da entrevista, não apenas durante.
Em posição executiva, avalia-se escopo, influência, gestão de stakeholders, qualidade da decisão sob incerteza e impacto financeiro. São critérios que quase não aparecem em conteúdo genérico de carreira, e são eles que definem se você entra na conversa e em que faixa.
Esperar a chegada aos Estados Unidos para começar custa meses. Posicionamento, materiais, narrativa, mapa de empresas-alvo e rede se constroem do Brasil. Quando o tema for visto ou petição, o encaminhamento é para escritórios especializados. Board USA não presta consultoria de imigração.
Houston é um dos maiores polos corporativos de energia do mundo, com processos seletivos em que profissionais de várias nacionalidades competem pelas mesmas posições de liderança. O método serve a qualquer setor corporativo estruturado; os exemplos e a leitura de bastidor vêm daí.
Rafael Souza é brasileiro, mora em Houston e ocupa posição corporativa sênior no setor de energia. Ao longo da carreira nos Estados Unidos esteve dos dois lados do processo: candidatou-se e foi contratado, e depois passou a contratar, liderar equipes e participar das decisões de promoção.
Board USA existe por causa da distância entre esses dois lados. O que se ensina sobre carreira americana descreve o processo de fora. O que muda a decisão acontece dentro da sala.
Board USA é uma iniciativa de educação e preparação de carreira. Não é agência de recrutamento e não presta consultoria jurídica ou de imigração.
Não, e ninguém pode garantir. O trabalho é de posicionamento, materiais, estratégia de busca, preparação para entrevista e para a negociação da oferta. A decisão é sempre da empresa e depende do mercado, do seu perfil e da sua execução.
Não para o conteúdo nem para a preparação. Boa parte do trabalho de posicionamento acontece antes de qualquer mudança. Quando visto ou petição virar o assunto, o encaminhamento é para escritórios especializados. Board USA não presta consultoria de imigração.
Sim, e essa é uma das razões de existir. Narrativa, materiais, mapa de empresas e construção de rede se fazem a distância, meses antes da mudança.
Não. A experiência de bastidor vem de energia, em Houston, e é de lá que saem os exemplos. A lógica de tradução de cargo, leitura de escopo e decisão de contratação se aplica a qualquer setor corporativo estruturado.
É. Sem custo e sem pedido de cartão. Você recebe por e-mail e sai da lista quando quiser.
Ainda não estão abertos. Quem baixar o guia é avisado primeiro, com as condições e o número de vagas.
A Engenharia da Vaga Americana. Leitura de cerca de 20 minutos, escrita para quem já lidera.
Sem spam e sem ligação comercial. Você sai da lista com um clique.