Board USApor Rafael Souza
Houston, Texas
Para gerente sênior, diretor, VP e C-level

A decisão sobre a sua candidatura é tomada numa sala em que você nunca esteve.
É essa sala que a Board USA abre.

Board USA prepara profissionais brasileiros de nível sênior e executivo para o mercado corporativo dos Estados Unidos a partir da perspectiva de quem participa da decisão: quem abre a vaga, entrevista, compara candidatos e aprova a oferta.

A maior parte do que se ensina sobre carreira nos EUA vem de quem passou pelo processo uma vez, do lado de fora. O que muda o resultado acontece do lado de dentro.

  • Posições na faixa de USD 120 mil a 200 mil e acima
  • Para quem ainda está no Brasil e para quem já está nos Estados Unidos
  • Vistos e petições ficam com escritórios parceiros. Aqui o trabalho é de carreira
Guia gratuito

A Engenharia da Vaga Americana

Como um perfil sênior brasileiro é lido dentro de uma empresa americana, na ordem em que a leitura acontece.

  • Os quatro filtros entre a sua candidatura e a entrevista, e onde os perfis brasileiros costumam parar
  • Como traduzir o seu cargo sem cair um degrau na estrutura americana
  • Por que "aumentei a receita em 30%" não diz nada sem escopo, orçamento e equipe
  • O que muda na entrevista quando a vaga tem orçamento e time sob responsabilidade
  • Como a faixa salarial é definida antes de você entrar na conversa

Um e-mail com o material e, depois, conteúdo sobre carreira executiva nos Estados Unidos. Sem consultoria de visto. Você sai da lista com um clique.

O mercado americano não desconfia da sua experiência. Ele não consegue interpretá-la.

Empresas americanas não conhecem a sua organização, a estrutura de cargos dela nem o contexto em que os seus resultados foram obtidos. Quem lê o seu perfil não está medindo o seu mérito. Está tentando prever o seu desempenho e estimar o risco de errar na contratação.

O problema deixa de ser experiência e passa a ser tradução de contexto.

Cargo

Diretor no Brasil pode virar director, senior manager ou head. Cada um tem escopo, faixa salarial e expectativa diferentes. A tradução errada é cometida pelo próprio candidato, na hora de escolher a que vaga se candidatar.

Resultado

Um número sem escopo não é lido como conquista. Quantas pessoas, que orçamento, em que mercado, contra que linha de base. Sem isso, o resultado vira afirmação e a afirmação vira ruído.

Pacote

Salário-base é uma parte. Bônus-alvo, equity, sign-on e realocação são negociados com regras próprias, dentro de bandas definidas antes de você entrar na conversa. Quem não conhece a estrutura negocia o item errado.

O caminho até a oferta tem quatro filtros. Nenhum deles é a entrevista.

A entrevista é onde a maior parte da preparação disponível se concentra, e é a quarta etapa. As três anteriores decidem se ela vai existir.

1. Triagem sistema 2. Recrutador encaixe e faixa 3. Gestor risco e escopo 4. Painel entrevistas Oferta formato e nomenclatura tradução de cargo escopo e contexto narrativa de liderança

O que se decide em cada etapa, e o que costuma interromper o percurso de um perfil brasileiro.

O que muda quando o ponto de partida é o lado de dentro

A pergunta deixa de ser como responder e passa a ser como você é avaliado

Quase todo o conteúdo sobre carreira internacional foi escrito por quem passou pelo processo seletivo. O ponto de partida aqui é outro: participar de abertura de vaga, entrevista, comparação entre finalistas e decisão de oferta dentro de empresa americana. Isso muda o tipo de orientação, porque o foco passa a ser o que acontece antes e depois da entrevista, não apenas durante.

Um diretor não disputa a vaga do mesmo jeito que um analista

Em posição executiva, avalia-se escopo, influência, gestão de stakeholders, qualidade da decisão sob incerteza e impacto financeiro. São critérios que quase não aparecem em conteúdo genérico de carreira, e são eles que definem se você entra na conversa e em que faixa.

O trabalho começa antes da mudança

Esperar a chegada aos Estados Unidos para começar custa meses. Posicionamento, materiais, narrativa, mapa de empresas-alvo e rede se constroem do Brasil. Quando o tema for visto ou petição, o encaminhamento é para escritórios especializados. Board USA não presta consultoria de imigração.

Houston, e um ambiente onde a comparação é internacional

Houston é um dos maiores polos corporativos de energia do mundo, com processos seletivos em que profissionais de várias nacionalidades competem pelas mesmas posições de liderança. O método serve a qualquer setor corporativo estruturado; os exemplos e a leitura de bastidor vêm daí.

Isto não é para todo profissional que quer ir para os Estados Unidos

É para você se

  • Atua como gerente sênior, head, diretor, VP ou C-level
  • Já responde por equipe, orçamento ou resultado, e quer posição equivalente nos Estados Unidos
  • Tem inglês suficiente para conduzir uma reunião executiva, ainda que com sotaque
  • Está no Brasil planejando a transição, ou já está nos Estados Unidos e não está sendo lido no seu nível

Não é para você se

  • Procura primeiro emprego, estágio ou posição de entrada
  • Precisa de assessoria de visto, petição ou green card
  • Espera garantia de vaga, de entrevista ou de prazo
  • Quer atalho, e não preparação

Quem está por trás

Rafael Souza é brasileiro, mora em Houston e ocupa posição corporativa sênior no setor de energia. Ao longo da carreira nos Estados Unidos esteve dos dois lados do processo: candidatou-se e foi contratado, e depois passou a contratar, liderar equipes e participar das decisões de promoção.

Board USA existe por causa da distância entre esses dois lados. O que se ensina sobre carreira americana descreve o processo de fora. O que muda a decisão acontece dentro da sala.

Board USA é uma iniciativa de educação e preparação de carreira. Não é agência de recrutamento e não presta consultoria jurídica ou de imigração.

O que acontece depois que você deixar o seu e-mail

  1. Você recebe o guia por e-mail em poucos minutos.
  2. Em seguida, uma carta por semana com um tema de cada vez sobre carreira executiva nos Estados Unidos.
  3. Quando as sessões individuais e o curso abrirem, quem está na lista é avisado primeiro. Sem obrigação nenhuma.

Perguntas frequentes

Vocês garantem entrevista ou emprego?

Não, e ninguém pode garantir. O trabalho é de posicionamento, materiais, estratégia de busca, preparação para entrevista e para a negociação da oferta. A decisão é sempre da empresa e depende do mercado, do seu perfil e da sua execução.

Preciso já ter autorização de trabalho?

Não para o conteúdo nem para a preparação. Boa parte do trabalho de posicionamento acontece antes de qualquer mudança. Quando visto ou petição virar o assunto, o encaminhamento é para escritórios especializados. Board USA não presta consultoria de imigração.

Funciona para quem ainda está no Brasil?

Sim, e essa é uma das razões de existir. Narrativa, materiais, mapa de empresas e construção de rede se fazem a distância, meses antes da mudança.

É só para o setor de energia?

Não. A experiência de bastidor vem de energia, em Houston, e é de lá que saem os exemplos. A lógica de tradução de cargo, leitura de escopo e decisão de contratação se aplica a qualquer setor corporativo estruturado.

O guia é mesmo gratuito?

É. Sem custo e sem pedido de cartão. Você recebe por e-mail e sai da lista quando quiser.

Quando abrem as sessões individuais e o curso?

Ainda não estão abertos. Quem baixar o guia é avisado primeiro, com as condições e o número de vagas.

Guia gratuito

Comece entendendo como a decisão é tomada.

A Engenharia da Vaga Americana. Leitura de cerca de 20 minutos, escrita para quem já lidera.

Sem spam e sem ligação comercial. Você sai da lista com um clique.